Flávio denuncia ‘estado paralelo’ e facções criminosas fora do controle do Brasil
Senador cobra tolerância zero e medidas implacáveis contra o avanço do narcoterrorismo que ameaça a soberania nacional e a segurança das famílias brasileiras
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) manifestou profunda preocupação com o fortalecimento das facções criminosas no Brasil, afirmando que essas organizações operam um verdadeiro “estado paralelo” em diversas regiões do país.
O parlamentar destacou o avanço do narcoterrorismo e a perda de soberania do Estado sobre territórios dominados por criminosos, que ditam regras próprias, corrompem estruturas públicas e ameaçam a segurança da população.
De acordo com o senador, a expansão do crime organizado atinge níveis alarmantes, com facções que executam opositores, infiltram-se em instituições, ordenam atentados de dentro dos presídios e lavam dinheiro por meio de empresas de fachada.
Flávio Bolsonaro ressaltou que a criminalidade organizada ultrapassou as fronteiras nacionais e funciona com táticas terroristas, operando redes internacionais que impactam diretamente a segurança das Américas.
O parlamentar tem criticado duramente a postura do governo federal e as interferências do Judiciário no combate às facções.
Ele apontou que medidas restritivas a operações policiais, como as decorrentes da ADPF 635 no Rio de Janeiro, acabaram por criar áreas de refúgio para criminosos de outros estados, enfraquecendo o poder de atuação das forças de segurança pública e fortalecendo os grupos à margem da lei.
Para o senador, a falta de um enfrentamento enérgico e de tolerância zero por parte da atual gestão federal impede que o Estado recupere o controle de suas fronteiras e periferias.
Diante do cenário de avanço das facções, Flávio Bolsonaro defende que esses grupos criminosos sejam legalmente classificados como organizações terroristas.
Ele defende o sufocamento financeiro das redes de lavagem de dinheiro e a adoção de medidas internacionais severas, como o bloqueio de bens e restrições de vistos para membros de facções, como forma de desarticular o poder econômico que sustenta o crime no país.