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Faltam testes de covid na rede pública, mas Anvisa proíbe e manda recolher autotestes

Relutância da Anvisa "empurra" mais clientes para laboratórios particulares

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O autoteste de covid é tão inofensivo e de fácil utilização quanto autoteste de gravidez - Foto: reprodução twenty20photos-envato-elements

Os burocratas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinaram o recolhimento de mais um autoteste contra a covid-19. Quem não encontra testes nas unidades públicas de saúde é obrigado a pagar pelo exame em laboratórios privados, pagando valores que chagam a R$600, na maioria das cidades.

Tão inofensivo e de fácil utilização quanto autoteste de gravidez, esse produto é utilizado em todo o mundo sem qualquer restrição, mas estranhamente ainda não foi liberado no Brasil pela agência reguladora.

A medida restritiva tem feito crescer a compra direta do autoteste em outros países por meio da internet.

O autoteste que virou alvo dos burocratas da Anvisa, que os mandaram recolher nesta quarta (26), chama-se “meuDNA PCR-LAMP Autocoleta de Saliva”, comercializados pela rede de farmácias Empreendimentos Pague Menos S/A.

Nesta terça (25), a agência já havia suspendido a comercialização distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso de outro autoteste, Isa Lab, para alegria dos laboratórios particulares.

Em nota, a Anvisa informou que, “até o momento, não existe nenhum produto aprovado como autoteste, ou seja, para uso por usuários leigos”.

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