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Empresa terceirizada do Ministério da Justiça some e deixa os funcionários na mão

Funcionários não sabem como irão receber os direitos trabalhistas

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Cerca de 600 trabalhadores terceirizados do Ministério da Justiça (MJ) se reuniram em assembleia hoje (21) para reivindicar a garantia de recebimento de salário, rescisão trabalhista e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Os trabalhadores eram funcionários da empresa Ademinas, que sumiu após renovar o contrato com o MJ. Os terceirizados do MJ junto com a Central Única dos Trabalhadores (CUT) aprovaram indicativo de greve para a próxima terça-feira (27).

De acordo com a CUT, o MJ está levantando créditos para realizar o pagamento dos salários referente ao mês de julho, mas ainda não sabe como serão feitos os pagamentos dos direitos trabalhistas como FGTS, férias e verbas rescisórias dos terceirizados.Os direitos dos trabalhadores terceirizados também vêm sendo discutido no Congresso Nacional por meio do Projeto de Lei 4330 que pretende diminuir as garantias de funcionários terceirizados.

Na última segunda (19), o  senador Paulo Paim (PT-RS), em pronunciamento no plenário do Senado Federal, fez um alerta sobre o número processos de terceirização de trabalho no país. De acordo com o senador, o país possui entre 10 e 11 milhões de trabalhadores terceirizados, representando cerca de 30% do total. Ainda segundo o senador, também preocupa a elevada quantidade de projetos que diminuem os direitos dos terceirizados tramitando na casa.

 

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