abrigo na embaixada

Eduardo Bolsonaro diz que insinuação de ‘fuga’ do pai ‘beira a insanidade’

Por meio de nota oficial a defesa do ex-presidente justificou a hospedagem como uma forma de manter contato com autoridades do país

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O deputado federal Eduardo Bolsonaro usou as redes sociais, nesta segunda-feira (25) , para criticar a narrativa de “fuga” do seu pai e ex-presidente Jair Bolsonaro - (Foto: Twitter).

O deputado federal Eduardo Bolsonaro usou as redes sociais, nesta segunda-feira (25) , para criticar a narrativa de “fuga” do seu pai e ex-presidente Jair Bolsonaro, via Embaixada da Hungria. Para Eduardo, a insinuação “beira a insanidade”. 

“Como Bolsonaro tentaria fugir, deixando mulher e filha menor para trás?”, questionou o deputado nas redes sociais. “Esta narrativa é pura loucura de quem busca encarcerar um presidente inocente que não matou ninguém, não roubou ninguém, saiu da presidência com o mesmo padrão de vida que entrou”, escreveu Eduardo. 

A estadia do ex-chefe do Executivo durante duas noites, entre o dia 12 e 14 de fevereiro. A informação foi revelada pelo jornal norte-americano New York Times. Quatro dias antes de Bolsonaro se abrigar na embaixada, a Polícia Federal havia apreendido o passaporte do ex-presidente. O Times citou a possibilidade de pedido de asilo político, visto que Bolsonaro e seus aliados são alvos do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. 

Por meio de nota oficial, divulgada nesta segunda-feira (25), a defesa do ex-presidente justificou a hospedagem como uma forma de manter contato com autoridades do país. 

“Nos dias em que esteve hospedado na embaixada magiar, a convite, o ex-presidente brasileiro conversou com inúmeros autoridades do país amigo, atualizando os cenários políticos das duas nações”, explicaram os advogados Paulo Cunha Bueno, Daniel Teser e Fabio Wajngarten. 

O comunicado afirma ainda que “quaisquer outras interpretações que extrapolam as informações aqui repassadas se constituem em evidente obra ficcional, sem relação com a realidade dos fatos e são, na prática, mais um rol de fake news”. 

 

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