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Tratamento de resíduos sólidos

Distrito Federal prorroga consulta pública sobre ecoparques

A Secretaria de Projetos Especiais quer ouvir a população sobre o processo de concessão dos serviços de tratamento dos resíduos sólidos urbanos, em parceria público-privada

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Brasil tem alto índice de destinação incorreta do lixo.

A Secretaria de Projetos Especiais (SEPE) do Distrito Federal informou nesta quinta-feira, 25, que o prazo da consulta pública que visa ouvir a população sobre ecoparques no Distrito Federal foi prorrogado até o dia 4 de fevereiro de 2022. A audiência pública sobre o tema ocorre no dia 28 de janeiro, antes do fim da consulta, de forma remota.

A consulta pública foi aberta no dia 4 de novembro para a população opinar sobre o processo de concessão dos serviços de tratamento dos resíduos sólidos urbanos do Distrito Federal, em parceria público-privada (PPP).

Os interessados sobre a consulta e a audiência públicas podem acessar mais informações no site da Sepe.

Segundo o governo do DF, a recuperação dos resíduos será feita por unidades de tratamento mecânico biológico (UTMBs), também conhecidas como ecoparques. Três dessas unidades serão instaladas na Asa Sul, no Gama e no P. Sul (Ceilândia).

A PPP também prevê o desenvolvimento de duas novas instalações de recuperação de resíduos (IRRs) e a implementação de um centro de visitação e treinamento voltado à divulgação de informações e educação ambiental, para conscientizar a população sobre os temas relacionados ao tratamento de resíduos sólidos urbanos.

Essa é a primeira iniciativa de um programa de governo que, por meio de projetos de PPPs, vai permitir o tratamento de 100% dos resíduos descartados no DF. A Sepe também vem trabalhando com um projeto de concessão da gestão do Aterro Sanitário de Brasília que está na fase de entrega de estudos de viabilidade técnica, econômico-financeira e jurídica.

“O aproveitamento energético e sustentável dos resíduos orgânicos gerados no nosso território é um caminho eficiente para aprimorar a soberania energética brasileira e aumentar a competitividade do país perante o mercado internacional, além de dar a destinação correta dos resíduos gerados e atingir as metas ambientais assumidas pelo governo brasileiro”, resume o secretário de Empreendedorismo e Inovação do MCTI, Paulo Alvim.

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