Morte violenta

De todos os atestados de óbito na Ceilândia, 15% são por causas violentas

Na Ceilândia, são emitidos de 70 a 90 atestados de óbito por mês

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O Núcleo de Citologia e Anatomia Patológica (Nucap) da Coordenação Geral de Saúde de Ceilândia (CGSC) informou nesta quinta-feira (15) que registra de 70 a 90 óbitos por mês. Do total, 15% deles são de causas violentas ou suspeira, todas encaminhadas ao Instituto de Medicina Legal (IML) para análise.

Segundo a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES/DF), há um Serviço de Verificação de Óbito (SVO) no Hospital de Base (HBDF) especializado só em realizar necropsias de mortes por causa naturais sem assistência médica prévia. Quando a família se recusa a assinar autorização para necropsia, o médico continua livre para fazer o procedimento, mesmo que tenha o trabalho prejudicado por falta de informações. ?O atestado de óbito deverá ser fornecido ou pelo médico assistente ou plantonista ou substitutos quando há a negativa da família para realização da necropsia. Os dados médicos para preenchimento do item 40 da Declaração de Óbito são baseados nesses casos, após consulta do prontuário?, explicou a médica anatomopatologista, Aurea Sakr Cherulli.

O Nucap de Ceilândia conta, atualmente, com sete médicos anatomopatologistas que realizam, em média, cinco necropsias por mês, além de serem responsáveis pelos exames de biópsia da regional de Ceilândia e Samambaia.

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