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CPI da Pandemia ouve representante da Davati sobre suposta propina

Depoimento tratará de investigações sobre suposto caso de propinas envolvendo compra de vacinas AstraZeneca

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CPI da Pandemia prossegue até novembro. Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O procurador da empresa Davati Medical Supply no Brasil, Cristiano Carvalho, presta neste momento depoimento à CPI da Pandemia no Senado. O depoimento dele, pedido pelo senador Humberto Costa (PT-PE), tratará de investigações sobre suposto caso de propinas envolvendo compra de vacinas AstraZeneca.

Em seu requerimento, Humberto Costa cita reportagem da Folha de S.Paulo de 29 de junho, dando conta que o ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Dias, teria condicionado fazer negócio com a Davati em troca de propinas no valor de U$ 1 por dose de vacina. Para o senador, a denúncia é “gravíssima” e precisa ser mais investigada.

Carvalho chega ao depoimento amparado por um habeas corpus, concedido pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, que lhe permite ficar em silêncio em questões que o autoincriminem. Na terça-feira, 13, Fux destacou que cabe ao depoente analisar o que pode ou não incriminá-lo. No entanto, caberá à CPI avaliar se a testemunha abusa deste direito. Neste caso, o colegiado pode aplicar as devidas medidas legais, como a prisão, por exemplo.

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