Demissões

Tiago Vasconcelos

Protagonista de desentendimentos recentes, presidente da Apex será substituído
09/04/2019

Ministro das Relações Exteriores demite o presidente da Apex

Demissões

Ministro das Relações Exteriores demite o presidente da Apex

Protagonista de desentendimentos recentes, presidente da Apex será substituído

O governo decidiu demitir o presidente da Apex, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, embaixador Mário Vilalva, que desde o início do governo trava uma briga pelo poder interno da agência. O diplomata será substituído no cargo após se dedicar nos últimos dias a atacar o ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores), que o convidou para o cargo. O primeiro presidente da Apex, Alex Carreiro, durou apenas seis dias, após trombar com a diretora Letícia Catelani, que pretendia ser a presidente. Emparedado por dois diretores, Catelani e Márcio Coimbra, Vilalva pediu a interferência do Planalto, que indicou um general para pôr ordem na casa. Foi inútil. Mário Vilalva mandou às favas a diplomacia e chamar o chanceler de “desleal” e “ardiloso”. Ficou parecendo que é candidato ao cargo do próprio ministro.
01/04/2019

Dilma pode virar ‘bola da vez’ na CPI do BNDES

Dilma pode virar ‘bola da vez’ na CPI do BNDES

A sentença de Lula, que completa o primeiro ano domingo (7), e a recente prisão de Michel Temer, fizeram lembrar que a sucessora do primeiro e antecessora do segundo continua escapando de fininho. Dilma foi acusada de envolvimento em corrupção nos primórdios da Lava Jato, quando o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró revelou seu aval, como presidente do conselho de administração, para a compra hiper-faturada da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos.
01/04/2019

Começo do fim

Começo do fim

A sensação de impunidade pode mudar com sua intimação para depor na CPI do BNDES, pretendida pelo deputado Kim Kataguiri (DEM-SP).
01/04/2019

Muito a explicar

Muito a explicar

A CPI do BNDES vai esmiuçar os financiamentos do banco no exterior, inclusive no governo Dilma, favorecendo sobretudo a Odebrecht.