Raio-X

Iana Caramori

Em vídeo, ministro da Saúde fala sobre a situação precária do Hospital Geral de Roraima
22/01/2019

Ministros estão percorrendo o Brasil para mapear problemas, diz Bolsonaro

Raio-X

Ministros estão percorrendo o Brasil para mapear problemas, diz Bolsonaro

Em vídeo, ministro da Saúde fala sobre a situação precária do Hospital Geral de Roraima

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) usou sua conta no Twitter nesta terça (22) para afirmar que ministros e outros representantes do governo estão viajando pelo país para mapear os principais problemas de responsabilidade de cada pasta. “Ministros e de outros representantes do governo estão percorrendo o Brasil nestes primeiros dias para mapear e procuramos sanar muitos problemas de responsabilidade da administração pública e como derivaremos nos próximos passos”, declarou Bolsonaro. Na postagem, há ainda um vídeo do ministro da Saúde, Luiz Mandetta, no Hospital Geral de Roraima, em Boa Vista, capital do estado. “Um hospital com muita dificuldade, gestão clínica insuficiente, muita gente na maca, muita gente esperando exame”, afirmou o ministro. Segundo Mandetta, o hospital é um típico exemplo de unidade de saúde pública em que o cenário precisa ser revertido. “Fica aqui meu respeito ao corpo clínico, que está trabalhando em condições não corretas, e também meu respeito à população, que não está tendo atendimento na altura do que merecia.” Confira o vídeo: Ministros e de outros representantes do governo estão percorrendo o Brasil nestes primeiros dias para mapear e procuramos sanar muitos problemas de responsabilidade da administração pública e como derivaremos nos próximos passos, como mostrados neste e em tweets anteriores! 🇧🇷 pic.twitter.com/iraxD4ehd5 — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 22 de janeiro de 2019 Fórum Econômico Mundial Bolsonaro está em Davos, na Suíça, desde este domingo (21) para participar do Fórum Econômico Mundial – primeiro compromisso internacional de Bolsonaro desde que assumiu a Presidência. O presidente está acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. Nesta terça, Bolsonaro fará um discurso na abertura do Fórum, quando deve falar sobre a intenção do Brasil pela abertura comercial, modernização e combate à corrupção.
22/01/2019

Fórum Econômico Mundial

Alan Santos/PR

Fórum Econômico Mundial

Jair Bolsonaro participa do primeiro compromisso fora do país desde que assumiu a Presidência

18/01/2019

Regime de Maduro constitui um mecanismo de crime organizado, diz Itamaraty

Governo ilegítimo

Regime de Maduro constitui um mecanismo de crime organizado, diz Itamaraty

Líderes venezuelanos vieram ao Brasil pedir apoio ao governo brasileiro contra Nicolás Maduro

O Itamarty divulgou nesta quinta (17) uma nota em que afirma que o regime do ditador venezuelano Nicolás Maduro “constitui um mecanismo de crime organizado”. O comunicado declara ainda que “está baseado na corrupção generalizada, no narcotráfico, no tráfico de pessoas, na lavagem de dinheiro e no terrorismo”. O comunicado foi feito após o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, se reunir com forças políticas democráticas venezuelanas, que vieram ao país em busca de apoio do governo brasileiro contra o regime do ditador. Na reunião, autoridades brasileiras e venezuelanas discutiram sobre a ilegitimidade do segundo mandato de Nicolás Maduro e a intenção do presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, assumir temporariamente a presidência do país. No último domingo (13), Guaidó chegou a ser detido pelo regime de Maduro, sendo liberado momentos depois. De acordo com a nota, o encontro “teve igualmente por objetivo discutir ideias de ação concreta para restabelecer a democracia na Venezuela”. Segundo o governo, “o Brasil tudo fará para ajudar o povo venezuelano a voltar a viver em liberdade e a superar a catástrofe humanitária que hoje atravessa”. Estiveram presentes autoridades como o Presidente do Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela; o representante do Secretário-Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA); e representantes de países do Grupo de Lima — formado pelo Brasil e mais 13 países — e dos Estados Unidos. Lideranças venezuelanas afirmam que 300 mil pessoas no país correm risco de morrer de fome e que o déficit de medicamentos é de 85%. Mais de 11 mil recém-nascidos perdem a vida anualmente por falta de atendimento primário pós-natal. Segundo eles, “se trata de um genocídio silencioso”. Nesta terça (15), o Parlamento venezuelano aprovou um acordo em que autoriza a entrada de ajuda humanitária no país para que medidas como o envio de vacinas para epidemias de sarampo, difteria e malária possam ser amenizadas. Mensagem do presidente O presidente Jair Bolsonaro (PSL) também recebeu o presidente do Tribunal Supremo de Justiça venezuelano no exílio, Miguel Ángel Martín, e o representante da OEA Gustavo Cinosi. Em um vídeo divulgado pelo Palácio do Planalto, Bolsonaro afirma que fará de tudo para restabelecer a democracia na Venezuela. “Sabemos como esse desgoverno chegou ao poder, inclusive com ajuda de presidentes que o Brasil já teve, como Lula e Dilma, e isso nos torna responsáveis pela situação que vocês se encontram, em parte”, afirmou o presidente brasileiro. Representante da OEA, Gustavo Cinosi afirmou que Bolsonaro e o ministro Ernesto Araújo expressam “com contundência” o apoio ao fim do regime de Nicolás Maduro. Já Martín declarou que assim que a Venezuela for “recuperada”, o país seguirá “na luta para resgatar todos e cada um dos países que têm problemas em sua democracia”.
17/01/2019

Celebração

Paula Fróes/GOVBA

Celebração

Lavagem do Bonfim reúne religiosos de todo o Brasil em Salvador, na Bahia