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Luiz Ferreira
Brasília / DF
Resposta
De acordo com decisão do Supremo Tribunal Federal em 16/02/2012, ficam impedidos de disputar eleições os candidatos condenados em segunda instância, mesmo com a possibilidade de serem inocentados posteriormente. A lei torna inelegível por oito anos candidatos cassados, que renunciaram para fugir da cassação  ou condenados por decisão de órgão colegiado.
antonino Teles
Brasilia / DF
Resposta
PAULO KRAMER, cientista político: Felizmente, graças à  'ducha de água fria' na proposta plebiscitária de reforma política, jogada pela presidente do TSE, ministra Carmen Lúcia, não haverá plebiscito algum, pelo menos não na presente legislatura. Por que os políticos não querem acabar com o voto obrigatório? Creio que, em razão da baixíssima credibilidade pública da 'categoria', a maioria teme um baixíssimo comparecimento às urnas. E aqueles candidatos que hoje, mesmo com o voto sendo obrigatório, já precisam pagar muito $ aos seus cabos eleitorais para arregimentar votantes, sabem que esse 'serviço', na hipótese de voto facultativo, ficaria ainda mais caro...
José Carlos Campos
Brasília / DF
Resposta
PAULO KRAMER, cientista político - A FAB não divulga quem viaja nos seus jatinhos porque, até pouco tempo atrás, era frequente e considerado normal que mesmo pessoas "comuns" (civis ou militares) que tinham amigos no gabinete do ministro, agora comandante, da Aeronáutica e seus "arredores buscassem e conseguissem "encaixar" uma carona, havendo espaço disponível nos voos de serviço da Força Aérea. Imagino - apenas imagino - que o velho hábito do extinto regime militar de dar pouca ou nenhuma satisfação ao chamado público externo, muitas vezes sob o pretexto de segredo de segurança nacional, tenha deitado raízes até hoje, refletindo-se em situações desse tipo. Vale ainda lembrar que, muito embora a Lei de Acesso à Informação Pùblica esteja em vigor há quase dois anos, proibindo o segredo eterno em qualquer área dos três poderes, nos três níveis federados de governo, comissões previstas pela mesma lei têm autoridade para "graduar" o tempo que determinado documento ou informação permaneça em sigilo. Recentemente, aliás, esse foi o pretexto invocado pelo Palácio do Planalto para sonegar informações imediatas sobre gastos e outros detalhes das viagens internacionais da presidente Dilma Rousseff. Para concluir, e voltando à nossa "vaca fria": na minha opinião, a divulgação regular das listas de passageiros desses voos da FAB, se não acabasse com a prática, ao menos reduziria drasticamente esses casos de carona.
Ana Maria
Porto Alegre / RS
Resposta
Antonio Costa, assessor da Comissão de Direitos Humanos: "Na quarta-feira (3) este assunto foi debatido de forma muito clara pelo deputado pastor Eurico (PSB-PE), em audiência pública. O assunto está na nossa programação. A questão do crime contra o menino envolve um assunto igualmente preocupante, que é  o grande número de imigrantes vivendo em São Paulo, utilizados em mão de obra, e não registrados. O pastor Eurico apresentou um requerimento para averiguar o fato. O crime é fruto desta situação precária em que vivem estes imigrantes."

 
ricardo Antonio Ribeiro de Carvalho
recife / PE
Resposta
De Paulo Wanderley de Moura, cientista político: Rosemary Nóvoa de Noronha, a "Rose", foi a chefe de gabinete que o ex-presidente Lula designou para o escritório da Presidência da República em São Paulo, onde fazia exibições frequentes de poder, indicando dirigentes de agências reguladoras ou se envolvendo em tráfico de influência, segundo investigação policial em curso. Rose sempre foi considerada uma amiga tão íntima de Lula quanto distante da ex-primeira-dama Marisa Letícia. Em dezenas de viagens internacionais nas quais d. Marisa esteve ausente, Rose integrava a comitiva presidencial e, segundo funcionários do Planalto, tinha acesso irrestrito até mesmo aos aposentos do chefe. Lula não fala sobre Rose pelo mesmo motivo que homens em geral têm dificuldades de explicar um flagrante de batom na cueca.
Hilton Barlach
São Paulo / São Paulo
Resposta
Hilton,

A presidenta Dilma Rousseff declarou ser proprietária de cinco imóveis em Porto Alegre. Os bens atingem o valor declarado de R$ 1.230.815,08. Há também um sítio em Belo Horizonte, Minas Gerais, declarado no valor de R$ 118.611,00.
Tiago
Brasilia / Distrito Federal
Resposta
O projeto do Marco Civil da Internet foi enviado ao Congresso em agosto de 2011, após análise da própria presidenta Dilma e do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. Desde então, o projeto caminha lentamente entre comissões e relatores. É habitual que a presidenta não se pronuncie em relação a um projeto de autoria do Executivo que ainda tem tantas etapas a cumprir no processo Legislativo.
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