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24 de Abril de 2018
Rendeu apenas a demissão de sub do sub o escândalo da ordem à Polícia Militar do Maranhão para listar e espionar adversários que “causem embaraços” ao governo Flávio Dino (PCdoB). O flagrante é raro, mas a prática é antiga: os governos estaduais usam a estrutura de inteligência das PMs, conhecida por “Segunda Seção” (ou “P-2”), até para grampear telefones de adversários, mesmo havendo ilegalidade.
As PMs têm autorização, negada à Agência Brasileira de Inteligência e às Forças Armas, para adquirir verdadeiras centrais de espionagem.

Profissionais de inteligência confirmam a esta coluna o uso distorcido em várias PMs do sistema Guardião, que permite escutas telefônicas sem deixar rastro.

Há denúncias de uso desses equipamentos de escuta para chantagear politicamente ou mesmo em busca de benefícios pessoais.
Enquanto a lei não impõe limites claros, políticos oriundos das polícias também são suspeitos de utilizarem os sistemas de monitoramento.
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Não significa “retrocesso” o fim da validade da medida provisória 808, que alterava pontos da reforma trabalhista, muito pelo contrário. Apenas exige cautela. Para o especialista Maurício Pepe de Lion, da Felsberg Advogados, ao caducar, a MP gerou “uma certa insegurança jurídica”, mas manteve pontos importantes da reforma, como liberdade para negociar contrato de emprego e também o banco de horas.
Após inúmeros debates, Maurício Pepe de Lion se convenceu de que a reforma trabalhista não suprimiu direitos. “Isso é uma inverdade”.
A lei trabalhista modificada pela reforma era datada de 1943, em um Brasil rural. A legislação foi apenas atualizada, modernizada
Entre pontos a serem reavaliados, o principal é o trabalho de gestante em local insalubre. Nesse caso, o especialista recomenda “bom senso”.
O ministro Helton Yomura (Trabalho) fugiu de entrevistas sobre a perda da validade da MP 808, mandando dizer que estuda as opções. Se o ministro foi pego de surpresa, a coisa está feia mesmo para o governo.
Deputados do PTB observam a briga de foice no escuro, no Ministério do Trabalho, do grupo do presidente do partido, Roberto Jefferson, contra a turma do deputado Jovair Arantes. Vão acabar se destruindo.
O Itamaraty evita o assunto delicado de diplomatas que se recusaram a atuar em visitas oficiais do presidente Michel Temer ao exterior. Sem tomar qualquer providência, a corporação chama isso de “rumores”.
Rendeu só uma demissão o escândalo da ordem fascista à Polícia Militar (MA) para listar e vigiar adversários que “causem embaraços” ao governo Flávio Dino. Como na União Soviética de Joseph Stalin, ídolo do PCdoB de Dino, alguém foi escalado para pagar o pato.
Além da FIA, a Liberty Media, que detém os direitos de exploração da Fórmula 1, aprovou Brasília para sediar o GP do Brasil a partir de 2021. O único entrave é o asfalto: a reforma custará cerca de R$60 milhões.
O Banco do Brasil só oferece notas de maior valor para economizar na reposição (terceirizada) dos caixas eletrônicos. Cada caixa suporta em média 2 mil cédulas, por isso reabastecê-lo com notas de maior valor reduz as reposições, que custam até R$8 mil para cada caixa.
Entre janeiro e março deste ano, o Estado do Rio de Janeiro registrou 2.636 ocorrências de roubos de carga. Somente no mês passado, em março, foram 917. A informação é da Agência Infra.
A italiana Enel garantiu que, além de pagar R$4,7 bilhões pela AES Eletropaulo, vai investir mais R$1,5 bilhão na empresa privatizada em 1999, e que só em 2016 registrou receita bruta de R$21,7 bilhões.
...com quase 20% de infidelidade partidária revelada pelo troca-troca, deputados mostram que ideologia é o que menos importa para eles.
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