Publicidade
16 de Março de 2017
Integrante da “Lista Janot”, indiciado pela Polícia Federal, denunciado pela Procuradoria-Geral da República e réu – por enquanto – em casos graves de corrupção, o ex-presidente Lula está sujeito de 31 anos de reclusão, caso seja condenado à pena mínima, a até 124 anos. Ele se diz “perseguido”, mas as acusações resultam de três operações da Polícia Federal, forças-tarefas distintas e três juízes federais diferentes.
Lula responde por corrupção passiva, tráfico de influência, lavagem de dinheiro, enriquecimento ilícito, obstrução da Justiça etc.
Lula já foi indiciado por crime de obstrução da Justiça, na Lava Jato, e corrupção passiva no caso do tríplex no Guarujá.
O ex-presidente também é acusado de corrupção e lavagem de dinheiro em contratos da Odebrecht em Angola.
Somadas, as eventuais penas de Lula ultrapassariam mais de um século de cadeia, e o Código Penal ainda prevê agravantes. E multas.
Publicidade
As mansões reservadas a ministros foram colocadas à venda pelo ex-presidente Fernando Collor, mas na Península dos Ministros restaram algumas como a de ministro da Casa Civil, onde viveram José Dirceu, Dilma, Erenice e Gleisi Hoffmann. O ministro da Marinha também tinha mansão para chamar de sua. O cargo foi extinto, mas a casa continua a serviço da mordomia, agora usufruída pelo comandante da Marinha.
A residência oficial da presidência do Senado está em obras, dizem na vizinhança, “para tirar a inhaca”. Alambrados inibem olhares curiosos.
A casa do ministro das Relações Exteriores está vazia. Serra não pôs os pés nela, mas pediu ao chanceler de Dilma para desocupá-la logo.
Outra mansão vazia é a do ministro da Fazenda, e desde Guido Mantega. Henrique Meirelles prefere a praticidade de morar em hotel.
Para o ministro Henrique Neves, do Tribunal Superior Eleitoral, os candidatos deveriam ser proibidos de obter doações. Segundo sua proposta, arrecadar dinheiro e administrar sua aplicação, bancando as despesas de campanha, seria tarefa exclusiva dos partidos.
O deputado Fábio Farias (PSD-RN) foi flagrado, ontem, chegando de calção a uma academia de Brasília, às 12h, a bordo de carro oficial. Levava o terno na mão: trabalho só depois da malhação e do almoço.
Produtor, diretor e roteirista, José Antônio Severo é cotado para presidir a Agência Nacional do Cinema (Ancine), há 13 anos “aparelhada” pelo PCdoB. Severo foi o criador de veículos como o Jornal da Globo.
O ministro Helder Barbalho (Integração) mandou uma servidora ao “festival de chocolates de Óbidos”, em Lisboa, entre 10 de março e 2 de abril. Uma beleza, 23 dias. A chocólatra atua na representação em Brasília da Sudene, cadáver insepulto da administração federal.
Os “protestos” que a pelegada petista organizou ontem, enquanto o País tentava trabalhar, teve Lula como mandante. Tudo organizado para que ao final ele fizesse comício na Avenida Paulista.
Como esta coluna antecipou, o governador do DF, Rodrigo Rollemberg, decidiu adotar o modelo de gestão do Hospital Sarah no Hospital de Base de Brasília, para começo de conversa. Referência de eficiência e qualidade, no Sarah não há queixas, não há greves, não há malandros.
A qualidade do Hospital Sarah é bem definida pelo juiz Ademar Silva Vasconcelos: “o paciente é recebido como um sujeito de direitos e não objeto de eventual direito, tornando o atendimento universalizado”.
Coube à Advocacia-Geral da União o vexame de recorrer em favor da cobrança de bagagens, em benefício das companhias aéreas. No final, o vexame foi maior: AGU e Agência de Aviação Civil perderam.
De todos os nomes vazados da “lista de Janot” até agora, há apenas uma mulher no clube do bolinha: Dilma, a ex-presidente cassada.
Publicidade
busca
colunas anteriores

 
Busca
Redes sociais
@diariodopoder
© 1998 - 2017 - Todos os direitos reservados