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12 de Maio de 2018
Ao discutir a possibilidade de um candidato que não se encaixa nos pré-requisitos da Lei da Ficha Limpa na lista de elegíveis, o ministro Admar Gonzaga, do Tribunal Superior Eleitoral questionou, sem citar nomes, se “convém à democracia” homologar condenados até por corrupção e lavagem de dinheiro, “sabidamente inelegíveis”. O ministro, na prática, deu “aviso prévio”: tipos como Lula não serão candidatos.
O ministro Admar Gonzaga manifestou sua posição durante debate em São Paulo sobre os maiores desafios na eleição 2018.
A Lei da Ficha Limpa criou pré-requisitos para pré-candidato em eleições. Um deles é não ter condenações na Justiça.
Quem for condenado em julgamento colegiado, na Justiça ou em órgãos como OAB, fica inelegível. Está na Lei da Ficha Limpa.
Condenado em segunda instância, Lula receberá atestado de “ficha suja”, caso insista em registrar a candidatura na Justiça Eleitoral.
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Provocou choque nos meios jurídicos e políticos de Brasília o relato de Michella Marys, ex-mulher do advogado Roberto Caldas, que construiu a reputação de defensor dos fracos e oprimidos que o levou à presidência da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA. Estavam juntos desde 2005, mas nos últimos seis anos ela passou a documentar a brutalidade, incluindo gravações, laudos e muitas fotos.
Roberto Caldas sempre foi muito bem relacionado, especialmente com ministros de tribunais superiores. Ligado à esquerda, acabou na OEA.
Advogado trabalhista bem sucedido, Roberto Caldas acumulou uma fortuna estimada ao menos em R$300 milhões pelos próprios colegas.
Caldas divulgou nota na sexta se antecipando à revista Veja, que revelou um homem muito diferente do “paladino das boas causas”.
O secretário do Patrimônio da União (SPU), Sidrack Oliveira, fugiu de explicar os 153 prédios públicos federais abandonados como o diabo da cruz. Mas disse em grupo de Whatsapp da sua turma que “mandou chamar” o jornalista que o denunciou. Além de fujão, mentiroso.
É revoltante que o regime militar tenha institucionalizado o assassinato de opositores, como mostra o documento da CIA. Mas isso faz parte da História, ainda que mais ou menos recente. Ocorreu há 44 anos.
O Centro de Comunicação do Exército informou que foram destruídos documentos que poderiam atestar as revelações da CIA, de acordo com o Regulamento da Salvaguarda de Assuntos Sigilosos, da época. No regime militar, o Exército não divulgava notas, mandava prender.
Gravações que circulam nas redes sociais mostram bandidos prometendo tocar o terror, no “saidão do Dia das Mães”, uma das criações mais perversas do tal “direito penal mínimo brasileiro”.
O Ministério Público do Trabalho fez “notificação recomendatória” de 14 itens à Globo para obrigar a novela “Segundo Sol”, ambientada na Bahia, a contratar mais atores negros. Logo estarão interferindo na obra de escritores, poetas, pintores, compositores, escultores etc.
Gleisi Hoffmann contou várias lorotas ao Diário de Notícias, de Lisboa, e tratou aliados como puxadinhos do PT. Disse ter “feito” o PSB parte da “frente política”, com PSOL e PCdoB. Segundo levantamento mais recente do Paraná Pesquisas, a soma dos quatro não chega a 13%.
Estudo da Fecomércio de São Paulo mostra que se for confirmado o aumento nas vendas para o Dia das Mães, o comércio local deve fechar os cinco primeiros meses do ano com alta acumulada de 4,2%.
O governo mapeou subsídios concedidos e verificou que consumidores residenciais, inclusive os de baixa renda, pagam conta de luz mais alta para bancar o desconto de R$3,2 bilhões para o agronegócio.
...a eleição no Brasil é negócio bilionário.
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