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09 de Fevereiro de 2018
Ex-ministros das Relações Exteriores do governo de Dilma e outros embaixadores, premiados pelo presidente Michel Temer com postos importantes na Europa e Estados Unidos, são acusados por diplomatas de não se engajarem na política externa brasileira e ainda usarem o cargo para falar mal do governo. Em jantares pagos com dinheiro público para jornalistas brasileiros, eles se esmeram em elogiar a política da era Lula, ex-presidente a um passo da cadeia por corrupção.
A atuação do Brasil na ONU raramente foi tão apagada, agora que a Missão é chefiada pelo embaixador e ex-chanceler Mauro Vieira.
Aboletado na estratégica embaixada em Roma, Antônio Patriota sumiu: seu desempenho é tão medíocre quanto nos tempos de chanceler.
A embaixada em Lisboa perdeu protagonismo. O ex-chanceler Luiz Alberto Figueiredo é até desconhecido em setores no governo local.
Embaixadas como a de Paris, Madri e Viena, essenciais à execução da política externa brasileira, continuam entregues a lulistas inveterados.
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O seguro obrigatório DPVAT arrecada só com carros (sem contar caminhões, motos etc.) mais de R$5 bilhões ao ano, mas paga apenas R$13,5 mil em caso de morte ou de invalidez e até R$2,7 mil para fazer face a despesas hospitalares. É muito pouco para um esquema que já arrecadou mais de R$220 bilhões desde sua criação, por um grupo de espertos empresários de seguros loucos para criar esse “pulo do gato”.
São mais de 90 milhões de veículos registrados no Brasil, apenas 55 milhões de fato circulam. Mesmo parados, todos pagam o DPVAT.
O DPVAT tem sido alimentado desde sua criação por políticos e governos lenientes. Todos também estão na mira da PF e do MPF.
A esperança é que a investigação resulte na devolução de grande parte dos R$220 bilhões que o DPAVT já gerou para seguradoras espertas.
O empresário Flávio Rocha (lojas Riachuelo) está disposto a disputar a presidência da República. Pretende ressuscitar o imposto único, sua bandeira como deputado federal, e até abril vai escolher um partido que lhe garanta ao menos um minuto de propaganda eleitoral.
A partir do dia 14, Luis Roberto Barroso, do STF, será ministro efetivo do Tribunal Superior Eleitoral. Em 15 de agosto, Luiz Fux cederá a presidência do TSE à ministra Rosa Weber, com Barroso na vice.
Insultado por três servidores ligados ao PT que se diziam “defensores dos pobres”, o governador do DF, Rodrigo Rollemberg (PSB), não se intimidou: “Vocês estão defendendo os enrolados na Lava Jato!”.
Vender pelo dobro do preço a mesma gasolina vendida no Paraguai serve apenas ao marketing pessoal de Pedro Parente, presidente da Petrobras. Ele dirá depois que “salvou” a estatal, mas omitirá que isso só foi possível graças à exploração inclemente do povo brasileiro.
Na OAB nacional, o atual presidente da seccional do Rio de Janeiro, Felipe Santa Cruz, comemora o apoio de São Paulo e do Espírito Santo à sua candidatura a presidente do conselho federal da entidade.
Informe da “agência reguladora” de águas Adasa faz parecer que foi obra sua o reservatório principal do DF superar metade da capacidade, e não do povo, submetido a sofrido racionamento por 2 dias semanais.
Abaixo-assinado no site Change.org, direcionado à ministra Cármen Lúcia (STF) contra a revisão da prisão após condenação em segunda instância, conseguiu mais de 27 mil assinaturas em menos de 24h.
Investigações, denúncias e condenações de políticos já deviam ter levado a mudar o pronome de tratamento de parlamentares. Está cada vez mais difícil chamar alguns deles de “sua excelência”.
...com tantos integrantes, o bloco da Papuda está próximo de rivalizar com o cordão do Bola Preta e o Galo da Madrugada neste carnaval.
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