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08 de Agosto de 2017
Antes mesmo de serem retomadas as negociações para votar as reformas Tributária, Política e da Previdência, o governo decidiu dar prioridade à votação de projetos relativos a segurança pública, em tramitação no Congresso. A ideia original foi do presidente do Senado, Eunício Oliveira, endossada pelo presidente Michel Temer, que vê a situação grave não apenas no Rio, mas em todos os Estados.
Ex-secretário de Segurança paulista, Temer acha que a prioridade absoluta deve ser a aprovação de leis de combate à criminalidade.
Eunício que reunir todos os projetos que estão nas comissões para definir uma pauta da segurança pública, em caráter de urgência.
Só a Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados tem 19 projetos de lei a serem discutidos esta semana.
Também serão priorizadas medidas provisórias como a que retira a desoneração em folha, que na quinta (10) perderá validade.
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Proposta consensual na reforma política em gestão, o “fundão eleitoral” de R$3,5 bilhões, para financiar campanhas com os nossos impostos, oficializará o que sempre houve: tudo será pago com dinheiro público, mas agora, em vez de usar contratos superfaturados para afaná-lo, os políticos poderão sacar toda essa fortuna porque a lei determinará. E com uma grande vantagem: sem o risco de Polícia Federal na porta.
A criação do “fundão” tem apoio unânime de governistas e também de oposicionistas mais radicais. Todos de olho no dinheiro público.
Políticos alegam que o “fundão” de R$3,5 bilhões compensará o fim do contribuição privada de campanha, que a Lava Jato chama de propina.
Os políticos querem manter as campanhas no “padrão João Santana de custos”. O marqueteiro da Dilma custou R$95 milhões, em 2014.
O ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) admitiu ontem que a reforma da Previdência deverá mesmo ser votada depois da reforma Tributária, que é consensual, e após a reforma Política, que, para valer, deve ser aprovada até um ano antes da eleição de 7 de outubro de 2018.
Lula visita Alagoas no dia 22 e, ciceroneado por Renan Calheiros, pai e filho, fará história: pela primeira vez, a Assembleia Legislativa Estadual vai homenagear um condenado à prisão por roubar o País.
O “socialismo” foi imposto à Venezuela há anos, mas nenhum dos artistas brasileiros defensores da ditadura bolivariana se mudou para lá. O ator Wagner Moura preferiu a “imperialista” Los Angeles.
Rodrigo Janot, 59, disse à Folha que entre setembro e abril terá férias acumuladas e na volta se aposenta. Procurador da Lava Jato, Carlos Fernando dos Santos se aposentará ano que vem, no auge, aos 52 (!).
Será lançado nesta terça (8) no restaurante Carpe Diem, em Brasília, o atualíssimo livro “O dilema entre o acesso à informação e a intimidade”, de Cláudia Maria de Freitas Chagas (ed. D’Plácido), procuradora do Ministério Público e filha querida do saudoso jornalista Carlos Chagas.
A pesquisa de boca de urna da Rede Tiradentes, na eleição para o governo do Amazonas, apontava Amazonino Mendes (PDT) vitorioso com 38,4% dos votos. Contados os votos, ele somou 38,7%.
A BRB Card foi eleita uma das melhores empresas do Brasil para se trabalhar: ficou em 21º lugar nacionalmente. E também ficou entre as 100 empresas que mais faturam no Brasil, segundo a revista Exame.
O órgão ambiental do governo do DF multou em quase R$500 mil a agência de águas (Adasa) e as estatais de água (Caesb) e luz (CEB) por poluírem o Rio Paranoá. Como são órgãos públicos, o dinheiro da multa sairá do bolso das vítimas, ou sejam, os moradores de Brasília.
...após a derrota contra Temer e vivendo a expectativa da prisão do chefão, o PT e seus puxadinhos procuram o que fazer até a eleição.
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