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07 de Maio de 2018
Policiais e procuradores federais estão muito otimistas com as prisões dos mais importantes doleiros que atuam no submundo da corrupção, no Brasil, alvos da Operação “Cambio, Desligo”, nova fase da Lava Jato deflagrada esta quinta (4). A prioridade dos investigadores é obter os dados das contas secretas dos políticos do PT e MDB, que usaram esses doleiros para transferir ao exterior o dinheiro que roubaram.
Tem sido difícil localizar no exterior o dinheiro roubado pelos políticos, por isso uma lista dos doleiros terá o significado de mapa da mina.
Investigadores experientes recomendam cautela. Apostam mais em lista de políticos do baixo clero do que de celebridades da Lava Jato.
Os doleiros são suspeitos de terem movimentado para seus clientes políticos mais de R$6 bilhões roubados dos cofres públicos.
O principal alvo da Operação “Câmbio, Desligo” é o doleiro Darío Messer, o maior de todos, conhecido por ser amigo de celebridades.
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Além da alta de 162% no faturamento, companhias aéreas embolsaram cerca de R$45 milhões em impostos não retidos de 2014 a 2018, mas especialistas afirmam que nenhum órgão do governo, incluindo Receita Federal e Advocacia Geral da União, exige certidões de regularidade fiscal nos seus contratos. Outra fonte de receita das aéreas é a taxa de cancelamentos que chega a 9% e rende dezenas de milhões por ano.

O tratamento privilegiado às empresas aéreas, dizem os especialistas, se deve à vista grossa feita pelo não pagamento de 7,05% em tributos.
A complacência se comprova em processos judiciais sobre o assunto em que não aparece um comprovante sequer de quitações.
O faturamento de Latam, Gol, Avianca e Azul, maiores aéreas do país, de R$110,3 milhões em 2015, pulou para R$ 289,5 milhões em 2017.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que só viaja de jatinho da FAB, não está interessado em retirar da gaveta para votação o projeto do Senado anulando a resolução da Anac que criou o negócio abusivo da cobrança de malas. Ele acha que acabar a exploração é “demagogia”.
Uma encomenda remetida da Suíça para um leitor chegou ao “centro de distribuição” dos Correios (Curitiba) em 30 de novembro, mas quase 5 meses depois ainda não foi entregue no destino, em Porto Alegre.
A manutenção do presidiário Lula em Curitiba apenas engorda um monstro que logo sairá do controle. Sem contar os danos causados aos trabalhos da Polícia Federal e do custo mensal absurdo de R$300 mil.
Autor da PEC que acaba com o foro privilegiado e que aguarda há um ano votação na Câmara, Álvaro Dias (Pode-PR) disse que entre 2011 e 2016, não chegaram a 1% autoridades condenadas no STF. Outros 68% dos casos nem sequer foram concluídos, segundo dados da FGV.
Paraná Pesquisa fez a primeira pesquisa honesta de intenção de votos para presidente, incluindo apenas pré-candidatos avalizados pela Lei da Ficha Limpa. Ignorou os ficha suja e também os presidiários.
A 12ª Conferência Legislativa Sobre Liberdade de Expressão apresenta nesta terça (8) dados sobre fake news a autoridades dos três Poderes. Pesquisa da Universidade de Stanford revela que 82% dos jovens não sabem quando conteúdo é pago e 40% não sabe se a notícia é falsa.
Empresas picaretas de telemarketing continuam enganando quem as contrata, ao simular milhões de ligações não completadas, para “documentar” tentativas de vender ou fazer cobrança. Anatel se omite.
O governo federal levou 127 dias para atingir o primeiro trilhão de reais em receitas este ano. Com a economia à meia-boca, a arrecadação ficará abaixo dos R$3 trilhões, R$500 bilhões a menos que o previsto.
...o fim do foro privilegiado só para deputados federais e senadores acabou criando mais privilégios no Executivo e Judiciário.
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