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Intervenção é a salvação do Rio

Ninguém em sã consciência pode ser contra a intervenção federal no Rio de Janeiro. Passou da hora de tirar o Rio de Janeiro do medonho e humilhante descalabro. A população ordeira não pode permanecer refém do medo e da insegurança.  Politizar a decisão de Temer é burrice e má-fé. Quem não quiser ajudar, que não atrapalhe.  O combate aos barões das drogas é o ponto de partida. São eles, os donos da desgraça que vitimou e tomou conta dos corações das famílias . Nessa linha, é necessário enfraquecer e encurralar a indústria do crime.  "Bandido bom é bandido morto". A máxima do saudoso delegado e ex-deputado Sivuca precisa voltar com força, coragem e determinação. A marginalidade não pode eternamente vencer o bem. Basta de impunidade. As Forças Armadas representam a última e tão esperada tábua de salvação do povo carioca. Ajustadas e  integradas com outras forças policiais, as Forças  Armadas haverão de se impor pelo respeito, firmeza, isenção e autoridade.  

 

Respeitado e ético Sepúlveda
O ministro aposentado do STF e também ex-presidente da Suprema Corte,  Sepúlveda Pertence, respeitado em  todos os segmentos da sociedade, agora atuando como novo advogado de Lula,  jamais se valeria de compadrios para pressionar ninguém.  É um advogado  inteligente e ético. Vai explorar todas as fragilidades do processo. Mas não fará uso do prestígio que acumulou em sua trajetória profissional para beneficiar as teses que vier a sustentar, para evitar a prisão de Lula. 

 

Dúvida  atroz de Nelson Motta
Nelson Motta precisa sair do muro. Há dias mostrou-se encantado com a candidatura Ciro Gomes. Agora (O Globo- 16/2) senta a lenha no atual STF, sem esconder saudades do ministro aposentado da Suprema Corte, Joaquim Barbosa. De minha parte, voto novamente, sem pestanejar, em Fernando Collor. Os debates mostrarão que o ex-presidente e senador é o candidato mais qualificado. Quem sabe que Nelson Motta também não acabará concordando comigo?

 

Faltou arrebentar com PT, Lula e Dilma
O jornalista Ascânio Seleme tem razão (O Globo - 15/2): na saudável e oportuna crítica das escolas de samba  aos políticos e graduados homens públicos  no sambódromo carioca, faltou destacar as safadezas do PT, que quase levaram o Brasil ao caos e a ruína. Só apareceram "fora, Temer". Estranhamente não apareceram "Fora, Lula" nem "Fora, Dilma". 
 


Sacripanta Kfoury
Juca Kfoury se esbaldou  no carnaval (“Mandos à venda, VAR adiada" - Folha de S. Paulo - 8/2) com a fantasia que não tira nem para dormir: "Estilo Gilette", ou seja, corta dos dois lados, como ensinou Andres Sanches, em artigo na Folha de S. Paulo. A propósito, VAR (vídeo-arbitragem), também é a sigla da  marca registrada do pulha Kfoury: Vagabundo atacado de raiva.



Jornalismo ruim e vesgo
Entrou na avenida da falta de isenção, do jornalismo ruim e do torpe patrulhamento, a matéria do Correio Braziiense de 11/2) "A vez dos bloquinhos". O autor do profundo trabalho jornalístico, Paulo de Tarso Lyra,  comenta, com fotos, 14 candidaturas a presidência da República. Porém, não faz a menor referência a candidatura do senador Fernando Collor.  Melancólica patetice, rancor, má-fé e burrice. 



Analistas patetas e ressentidos
Respeito e defendo a liberdade de expressão. Mas deploro gracejos, rasas ironias e análises sem isenção repletas de rancor. Nesse sentido, foi a tônica, a meu ver, do tosco, fajuto e melancólico  artigo "Collor vem aí. No Bloco do Elle Sozinho". O Globo-  13/2), do jornalista Bernardo Mello Franco. Na mesma linha indecorosa de rancor e análise sem conteúdo, surgiu das trevas da patrulha  doentia, jogando as patas imundas em Collor, um tal de Ranier Bragon, em artiguete na Folha de São Paulo. Dupla de coitadinhos.  

 

Casão imundo e sem moral
Casagrande não tem moral nem autoridade para criticar  e muito menos insultar ninguém. O pai de Neymar tem razão em defender o filho e retrucar conselhos do tosco comentarista da Globo. O mais grave é que o corporativismo da banda podre da crônica esportiva entrou de pingente no episódio para botar mais lenha na fogueira, criticando Neymar e defendendo o melancólico e pretensioso Casagrande. Francamente. Tenho ânsia de vômito.  Se Neymar não jogou bem contra o Real Madrid, que receba comentários e críticas pertinentes. Não precisam chamar o maior e melhor jogador da seleção brasileira de "mimado". Perto da copa do mundo, o sensato e o mais inteligente é preservar Neymar de críticas azedas e rancorosas.  O pai de Neymar não quer que cronistas passem a mão na cabeça do filho. Exige apenas que respeitem a maneira de ser do jovem craque brasileiro. Ainda bem que Tite segue a minha  linha de raciocínio. Apoia Neymar. Compreende o nosso valoroso craque.  Quem nunca jogou futebol na vida, que não têm espelho em casa, mas pensam (êpa, foi mall) que sabem tudo de futebol e da vida, que deixem Neymar em paz. Querem tumultuar  o ambiente sadio da seleção que vai a Rússia em busca do hexa, mas não conseguirão. 

 

Senadora atuante
Semana de trabalho produtiva para a senadora Ana Amélia. Tornou-se rotina marcante da parlamentar. Destinou ambulância do Samu, para Porto Alegre, pleito obtido através do Ministério da Saúde; destacou a campanha da CNBB, com o tema "Fraternidade e superação da violência""" salientou na comissão da Agricultura do senado inovações no agronegócio e, por fim, no plenário, retrucou , energicmente, sandices da senadora Glesi Hoffmann, que culpou, imaginem,  até a CIA, pela crise no Brasil, esquecendo dos descalabros dos governos petistas que quase arruinaram o Brasil.  Compra um espelho, Glesi. 

 

Boa do Marun
Excelente sacada do ministro Carlos Marun, sobre o assanhamento e deslumbramento de Luciano Huck, em disputar a presidência da República: " Se era para colocar na disputa um animador de auditório, que se pensasse em Ratinho, que é mais sincero".

 

Limongi é jornalista. Trabalhou no O Globo, TV-Brasilia, Última Hora de Brasilia, Confederação Nacional da Agricultura, Suframa, Ministério da Justiça, Universidade de Brasília e Senado Federal. Tem face e blog. É sócio da ABI há 49 anos. É servidor aposentado do Senado Federal.

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