Gulosos, cretinos e oportunistas

Os tucanos deixam o barco do governo. Rápidos como o raio, outros partidos já saem no tapa na disputa pelo rico espólio do PSDB. Todos empenhados, claro, em salvar o país. Temer e alquimistas do Palácio do Planalto têm que agir depressa para dividir as fatias do bolo ministerial entre os outros partidos que apoiam o governo. Todos famintos pelos orçamentos dos principais ministérios.  Cada partido se julga dono de algum ministério. A gula é colossal.  Na divisão esqueceram de dizer qual será o partido do povo. Aquele que realmente vai atender os anseios da população. 

 

Governador, para o senado você tem mais chances
Não tenho amizade com o governador Rodrigo Rollemberg. Trocamos raros cumprimentos no senado. Ninguém pode negar que assumiu o cargo com imensa herança nefasta. Rodrigo é operoso. Mas não tem a varinha de condão que faça dinheiro.  É alvo de intenso e implacável bombardeio no noticiário político. A tendência é se agravar. Nessa linha, sugiro ao governador que esqueça a reeleição ao governo. Dispute o senado. Deixe os falsos isentos se comerem entre si.  Não dê o gostinho amargo aos desafetos de ficar na chuva, sem mandato. Rollemberg sabe melhor do que ninguém que as hienas e abutres políticos não dormem. Babam sangue pelos poros. 

 

Tite despreza o futebol de Ganso
O Brasil venceu o Japão sem dificuldades. Tite experimentou diversos jogadores. Nenhum deles, porém, joga mais do que Paulo Henrique Ganso, que, estranha e injustificavelmente continua sem merecer uma chance do técnico. A bola pune   e o torcedor exigente lamenta.

 

Amor antigo
PT e PMDB estão namorando firme. É a receita do viciado presidencialismo, onde vale tudo, menos perder.  Nessa linha, recordo meu texto que O Globo publicou em março de 2014: O PT e o PMDB se amam. Brigam muito, mas são apaixonados um pelo outro. São casados em comunhão de bens. É imenso o espólio que conquistaram nos governos Lula e Dilma. O poder fascina. Político que não almeja uma mísera fatia do poder não é bom político .

 

Folha de S. Paulo faz jornalismo estranho
Vocês são engraçados: Bernardo plagia definição de Nelson Rodrigues e a Folha se   omite descaradamente.  Estranho jornalismo.
Há dias o colunista Bernardo Mello Franco fez artigo com o título Perdoa-me  por me traires, assim, sem aspas.  Avaliando declarações de Lula, tentando atrair de volta partidos como o PMDB. Ocorre que "Perdoa-me por me traires"  é um clássico de Nelson Rodrigues. Por sinal, em nova montagem no Rio de Janeiro, na Sala Lauro Alvim. Na minha terra isso é plágio descarado. Coisa feia, Bernardo. 

 

Não completaram o serviço
Presos agrediram o canalha e assassino da jovem que deu carona para ele.
Pena que não fizeram o serviço completo.

 

Safado
O asno, embusteiro, folclórico e repugnante Juca Kfoury, manjado rebotalho da crônica esportiva, não tem moral nem autoridade para abrir a boca imunda para criticar e insultar José Maria Marin. Antes, o perebento Kfoury precisa retrucar, se puder, afirmação do ex-presidente do Corinthians e deputado federal, Andrés Sanches, que em artigo na Folha de São Paulo, chamou Kfoury  de "colunista que tem estilo gilette: corta dos dois lados".

 

Não deprima, azeda Mariliz
Chora, Mariliz Pereira Jorge, que a cama é quente ("É para chorar mesmo- Folha de São Paulo" -  Esporte - 11/11). A azeda, recalcada e histérica colunista ficou  desapontada porque Marco Polo Del Nero será reeleito em abril, presidente da CBF, com mandato até 2022. O disco já rachou e ficou manjado: A seguir, também na Folha, será a vez de Juca Kfoury e Tostão falarem mal de Marco Polo. Tomara que o trio de formidáveis colunistas não entre em depressão, ao ponto de cortar os pulsos ou atear fogo às vestes.

 

Porque Roberto Carlos não convida Agnaldo Timóteo
É a pergunta que não cala. Lamentável que Roberto Carlos não convide Agnaldo Timóteo para o show dele de final de ano. A bela voz de Timóteo seguramente engrandeceria e encantaria a noite. 

 

Saúde para Alexandre e Agenor
Aniversário todo mundo faz. Mas figuras competentes, respeitadas e isentas como Alexandre Garcia e general Agenor Francisco Homem de Carvalho merecem aplausos e cumprimentos.

 

Limongi é jornalista  Trabalhou no O Globo, TV-Brasília, Última Hora de Brasília, Ministério da Justiça, Confederaçao Nacional da Agricultura, Universidade de Brasília, Senado Federal e Suframa. É sócio da ABI há 48 anos. Tem face e blog. É servidor aposentado do Senado Federal.

Publicidade
TWITTER
@colunach

 
Busca
Redes sociais
@diariodopoder
© 1998 - 2017 - Todos os direitos reservados